Técnicas de Trabalho

Técnicas de Base, Técnicas Específicas e Técnicas de Resgate


Nos Trabalhos em Altura existem três grandes módulos de Técnicas de Trabalho: as Técnicas de Base, que habilitam o técnico para a generalidade das situações, as Técnicas Específicas, que o dotam de competências especiais para o cumprimento do seu tipo de trabalho e as Técnicas de Resgate que lhe permitem efectuar eventuais operações de resgate e salvamento, situação esta que deverá ser tomada em linha de conta para cerca de 20% do pessoal existente.


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Técnicas de Base


PRINCÍPIOS GERAIS DE TRABALHO VERTICAL E DE TRABALHO EM ALTURA - "O primeiro factor de segurança para os sistemas de trabalho, qualquer que seja a sua posição na hierarquia, é uma equipa de trabalho qualificada e correctamente formada".



POSICIONAMENTO NO TRABALHO - "As técnicas de posicionamento no trabalho, de restrição e antiqueda não devem somente impedir as quedas mas melhora também a produtividade".



DESCIDA E SUBIDA - Acesso por cima - "Este tipo de acesso minimiza o risco de queda já que o trabalhador está suspenso numa corda ao longo de toda a descida".

Acesso por baixo - " O acesso ao local de trabalho pela base pode ser problemático. São várias as técnicas possíveis para se fazer este tipo de trabalho, como por exemplo a progressão alpina".



QUEDA E TRAVAMENTO - "Quando há uma queda o sistema de travamento de quedas está concebido para minimizar os efeitos da gravidade (reduzir a força choque, evitar ou reduzir o choque contra o obstáculo)".

RESGATE - "A prioridade quando uma pessoa está ferida ou inconsciente é tirá-la da posição suspensa. A finalidade é movê-la para uma zona onde a ajuda médica possa ser efectuada".


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Técnicas de Específicas


TELHADOS E TALUDES - "Sobre os telhados e taludes, os riscos de escorregar e de queda são reais e a montagem de protecções colectivas é por vezes difícil de realizar". De qualquer modo o trabalhador deve poder manter as mãos livres para se poder concentrar na tarefa a efectuar". 



TORRES E ANTENAS - "As torres e antenas podem apresentar diferentes problemas:
- Ausência de equipamento de protecção colectiva permanente;
- Equipamento de protecção colectiva pré-instalado mas inadaptado ao material do trabalhador ou com as normas;
- Estruturas e equipamentos com pouca ou nenhuma manutenção e em más condições;

PODA – “A poda é uma actividade específica e deve ser realizada sem danificar a árvore. O uso da cesta elevatória é muitas vezes difícil de pôr em marcha e não permite o acesso a todas as zonas da árvore". 



ESPAÇOS CONFINADOS - "Nos espaços confinados, a exiguidade de espaço pode ter várias consequências:
- Dificuldade do operador de se mover e de assegurar a sua própria segurança;
- Necessita estar auxiliado por terceiros à superfície;
- Necessita utilizar um aparelho respiratório;
- É imperativo ser subido rapidamente em caso de acidente";



ACESSOS DIFÍCEIS - "No caso dos acessos difíceis, é muitas vezes impossível instalar ou utilizar a protecção colectiva. É o caso de estruturas extra prumadas ou as obras em que nem um bailéu nem um andaime podem ser utilizados. A utilização de EPIs torna-se então necessária".



INSTALAÇÃO DE PROTECÇÕES COLECTIVAS - "Para os trabalhos regulares de manutenção e de longa duração, de exploração e operação, é necessário instalar protecções colectivas.
A sua montagem, provisória ou definitiva, necessita muitas vezes do emprego de EPIs".



ESTRUTURAS TEMPORÁRIAS - "As estruturas temporárias estão muitas vezes ligadas à realização de eventos. 
As operações de montagem devem ser instaladas com urgência e o seu carácter provisório induz frequentemente à ausência de protecções colectivas. As operações de montagem podem ser seguidas de progressão na estrutura durante o espectáculo, manutenção e desmontagem. Todas estas acções efectuam-se por meio de EPIs".


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Técnicas de Resgate


AUTO-EVACUAÇÃO - "As técnicas de Auto evacuação permitem uma aceleração do processo de resgate. Podem ser indispensáveis ou permitir evitar o despoletar de equipas de socorro exteriores".



ACESSO POR CIMA - "Na maioria dos casos graças ao resgate por helicóptero, o acesso ao ferido é simples. Às vezes o acesso por corda, completa as operações helio e pode ser também a única solução de intervenção".



ACESSOS DIFÍCEIS - "As situações particulares (ex: evacuação de um meio mecânico, intervenção após uma tempestade, uma catástrofe, etc.), necessitam soluções de intervenção adaptadas. Para lhes fazer face, a maioria dos socorristas é obrigado a intervir com meios simples: o emprego de EPI´s responde a essa exigência".



EVACUAÇÃO PARA BAIXO - "A evacuação de pessoas por cordas faz apelo a equipas especializadas bem treinadas. As técnicas postas em acção são diferentes consoante a intervenção (meio urbano, ravina, meio mecânico, etc.)".



EVACUAÇÃO PARA CIMA - "A evacuação ascendente é um trabalho de equipa especializado que necessita duma perfeita coordenação. Aplica técnicas mais complexas que a descendente".



EVACUAÇÃO EM TIROLESA - "Nos terrenos onde a progressão é difícil (locais urbanos, locais industriais, meios confinados, canyons, etc.), o transporte das vítimas faz-se muitas vezes por intermédio de uma tirolesa. Somente as unidades especializadas e devidamente treinadas são capazes de pôr em acção estas técnicas".


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